O problema que este módulo resolve
No banco havia sistema, faixa de negociação e alçada — e, quando faltava, havia um superior para pedir. Fora dele, o profissional negocia sem poder decidir nada sobre a taxa e ainda precisa negociar uma coisa nova, que no banco nunca existiu: o valor do próprio trabalho.
Havia alçada para melhorar a taxa na hora.
A taxa não é sua para negociar — o que se negocia é prazo, estrutura e expectativa.
O sistema já trazia a proposta formatada.
A operação precisa ser defendida tecnicamente para chegar bem à análise.
O salário vinha independentemente do caso.
O trabalho precisa ser precificado e, em alguns casos, cobrado.
O que você aprenderá
- Negociar prazo, estrutura e expectativa quando a taxa não está na sua mão
- Defesa técnica da operação: como apresentar o caso para que a análise entenda o que os números não mostram
- A diferença entre negociação comercial com o cliente e negociação técnica com a instituição
- Como e quando precificar a assessoria — e como comunicar isso sem constrangimento
- O que fazer quando o cliente traz uma proposta melhor de outro lugar
- Como dizer não a um caso inviável sem perder o cliente para sempre
- Ancoragem de expectativa no início: o erro que transforma uma boa operação em cliente insatisfeito
O que você leva pronto
Um roteiro de defesa de operação e um modelo de alinhamento de expectativa para usar antes de protocolar qualquer caso.
Para quem é indicado
- Personal bankers que já conduzem operações até a instituição
- Consultores que prestam assessoria e ainda não cobram por ela
- Correspondentes que negociam com mais de uma instituição
Formato e disponibilidade
Datas, carga horária, modalidade, investimento e condições de participação serão informados conforme a abertura de novas turmas. Para escritórios, correspondentes e equipes, a J2A pode avaliar uma versão personalizada do conteúdo.